Sistema de Controle

O mundo atual poderia ser definido como Matrix, um sistema totalmente moldado e controlado. A matrix (sistema de controle) é o mundo colocado diante dos seus olhos para que você não veja a verdade.

Na matrix, a história é uma fraude.

A ciência atual é uma fraude. A sociedade em que você vive é uma fraude. O modelo econômico mundial é uma fraude. A política mundial é uma fraude. A nossa ecologia é uma fraude. As nossas instituições são uma fraude.

E a matrix tem como único objetivo fazer com que você não perceba todas essas fraudes ...

Assista os jornais. Leia as revistas. Veja a tevê. Fique mais atento à mídia. Repare nas guerras. Veja a fome no mundo. Olhe corretamente para a história. Compreenda o jogo geopolítico, o jogo econômico e financeiro. Tudo isso é parte de uma mesma piada, de um mesmo conjunto de interesses.

 

Homens de negócios, professores, advogados, pessoas religiosas ou não, marceneiros, psicólogos... Mesmo sem saber, todos a serviço do cérebro reptiliano. Para esse cérebro a única lei vigente é a lei de talião: olho por olho, dente por dente.

Essas pessoas são dependentes do sistema... Na verdade é impossível compartilhar qualquer coisa com elas. Suas crenças, seus dogmas, suas verdades intocáveis já estão construídas; rigidamente solidificadas em torno do medo.

 

Assim, não tente compartilhar o que você está vendo com essas pessoas. Elas irão se colocar no seu caminho como um verdadeiro obstáculo. Elas serão suas inimigas!

Mas por favor, não as trate como tal. Tampouco tenha pena delas.

 

A matrix não passa de um jogo dentro de um jogo muito maior. E enquanto você acreditar na sua existência, enquanto você der votos a ela, enquanto sua vida, de alguma maneira, permanecer atrelada, atada àquilo que ela quer de você... você estará preso, sem vê-la.

 

Mas o ser humano tem um medo incrível da liberdade. Ser livre possui tremendas implicações. O indivíduo que é livre se torna um “estranho”, uma anomalia. Ele será visto como uma espécie de alienígena.

Existem os que creem em Deus, chamados teístas, e os que não creem em Deus, chamados ateístas. Nenhum dos dois tipos possui, necessariamente, a experiência de Deus. Apenas acreditam.

 

A questão não é acreditar ou não acreditar. Tampouco é uma questão de fé, razão, lógica ou explicação. Toda essa discussão é fútil. O deus dos teólogos é um deus falso. O deus que a ciência procura é um deus falso. O deus que pode ser relatado não é um Deus verdadeiro.

Deus, palavra tão desgastada, é uma experiência. Deus pode apenas ser experimentado, e esta experiência não é, em hipótese alguma, sensorial.

 

Deus é amor, verdade, bem-aventurança. Deus é a própria vida. Aquilo que tudo nutre e protege. O sustentador, a Base, o Fundamento, a Substância mais íntima do universo.

A verdade é que a matrix, baseada inteiramente num mundo de regras, limites e condições não quer que você descubra Deus, a primeira e última liberdade. O que ela faz? Como ela joga este jogo? Ela dá a você alguns pobres substitutos para Deus. Ela oferta crenças, as mais infinitas, variadas e sofisticadas crenças. E ela pede apenas que você eleja uma, qualquer uma. É o suficiente para mantê-lo aprisionado pelo resto da vida.

 

Quando Deus se transforma em objeto de culto e comércio, Deus é perdido para sempre. E é isso que todas as igrejas fazem, comercializam Deus, transformam Deus em um ‘negócio’.

As religiões comandam o mundo e produzem as guerras.

Hindus brigam com muçulmanos - que brigam com palestinos e cristãos – que lutam na Irlanda contra os protestantes – que protestam contra todo o mundo – que se divide entre aqueles que acreditam e aqueles que não acreditam – que coloca os crentes na reencarnação de um lado do muro e os não crentes no outro – que faz com que muita gente compare uma simples crença com uma crença no demônio – que se torna o bode expiatório de todas estas igrejas pentecostais – que dizem para os seus fiéis que os católicos e outros agrupamentos não passam de uma fraude – que coloca os espíritas numa posição de superioridade, achando que descobriram a “ciência do divino”, a prova fundamental para Deus – que acaba gerando a crença em espíritos malignos, benignos, indiferentes – que apavora todos os evangélicos – que se dizem os verdadeiros discípulos de Jesus – que mudou radicalmente a história, assim como Maomé, Gautama Buda, Shankara, Patanjali, Kabir, Ramakrishna, Osho, Krishnamurti, e tantos outros – que vieram para nos ensinar a aprender amar, a praticar o perdão e a paz.

 

Que paz?

 

Todos os textos verdadeiramente sagrados do planeta trazem no seu bojo apenas uma mensagem: ame.

 

Onde está o amor que todas essas religiões pregam? Onde está o perdão? Onde está a aceitação, o convívio racional, pacífico e inteligente com as diferenças? Onde está a beleza que todos esses textos recitam em verso ou prosa? Onde está o Deus que essas pessoas defendem e acreditam, muitas vezes pagando com a própria vida, tirando a vida de outros? Onde está o amor?

 

Crenças que dão origem a falsos limites, que dão origem a mais divisão, que dá origem a todo tipo de fundamentalismo e fanatismo. A matrix precisa de fanáticos por deus, pelos seus textos sagrados, pelas suas rotinas, pelos seus hábitos, crenças e condicionamentos.

 

A matrix é o mundo colocado diante dos seus olhos para que você não veja a verdade. A matrix já o definiu, já estreitou o campo da sua percepção, já o rotulou. E você nunca percebeu.

 

Disseram a você que você é humano. Disseram a você que você é um pecador! Mas você nunca pecou! Disseram que você não é digno e merecedor! Mas você é inteiramente digno e merecedor.

Deus, a vida, a existência, jamais o culpou de nada, de nenhum erro que você supostamente cometeu. Quem o condenou foram os sacerdotes, os vendedores do deus, daquele deus de barbas longas, sentado num canto do cosmos, regendo o universo a partir do seu trono... um deus, esse sim, que jamais existiu ou existirá.

 

Eu sei que você vem, há muito tempo, aguardando pela resposta.

 

Talvez você compreenda isso, talvez não compreenda, mas o fato é que você anseia por algo muito grande; por algo que, de fato, é maravilhoso. E tudo isso está tão próximo! A resposta é você! Mas você não sabe disso. Não sabe que a única coisa capaz de saciar a sua sede, capaz de preenchê-lo é você mesmo.

 

Você tem procurado no lugar errado. Então, a sua busca é uma busca inútil; está destinada ao fracasso. Por quê? Porque, de alguma maneira, você acredita que a solução para isso que o atormenta possa estar escondida em algum lugar. Correndo aqui e ali, desesperado, você jura para si mesmo que, um dia, encontrará esse lugar.

 

Você, na verdade, quer algo pronto, acabado. Algo que irá, imediatamente, transformar todas as suas dores e angústias. Algo que possa, como num passe de mágica, colocá-lo no paraíso. Infelizmente não funciona. Não existe nada lá fora. Existe apenas um deserto, um vasto deserto… o deserto da realidade mostrada.

 

Tudo isso é tão óbvio! Tão claro! Tão evidente! Que preenchimento você poderá encontrar neste mundo? Nenhum. Sucesso, poder, status, dinheiro, drogas, comida, mestres ou gurus… nada, nem ninguém, poderá aquietar a sua alma. Esta é a sua tarefa, o seu desafio: tornar-se “o eleito”, “o bem-aventurado”, “o desperto”! Este é o convite que, há muito tempo, há tempos ancestrais, você vem recebendo: um chamado para a vida!

 

Mas existe uma recusa. Existe tanta resistência! Você quer a verdade. Você sabe que quer. Porém, em hipótese alguma, você quer experimentar, investigar. Nisso consiste o cerne do seu problema. Esta joia, a joia mais preciosa do Universo, é muito cara! E você não quer pagar o preço.

Ninguém pode convencê-lo disso. Existe um processo – um processo psicológico – e você terá de passar por ele. Do contrário, nada virá. Já disse: é preciso experimentar. É fundamental que a sua pesquisa se aprofunde. É fundamental que você se questione, que você pergunte, investigue, duvide. Só então – só depois de sentir na sua própria pele as dores do parto – você verá que essa coisa que tanto o incomoda, que o deprime e angustia é, de fato, o seu próprio coração, um coração velho e cansado.

A tarefa em si é bastante simples. Encontrar a forma através da qual você poderá experimentar a si mesmo totalmente, encontrar o caminho que o conduzirá à realização exige apenas coragem, abertura, paixão, intensidade.

 

O encontro com o seu ser mais profundo, a imediata constatação do imenso potencial que carrega, do seu poder, é possível, e necessário. E você terá auxilio. Mas por favor: pare de olhar para fora! Acorde! Saiba, realize que o que você está procurando é você mesmo, a sua substância mais fundamental. Na prática, a sua essência.

Existe um tesouro escondido. Pode apenas ser indicada a direção. Você irá trabalhar muito. Não poderia ser de outra maneira.

 

Mas posso afirmar que esta jornada, a jornada em direção ao centro vale a pena!

E como vale!

Rasul

Compartilhe esta notícia

Nenhum comentário

Deixe seu comentário

 
 
 

Contato

(53) 99127-0765

(53) 99187-4636

  • Whatsapp:: (53) 99127-0765

  • Email:: [email protected]

  • Escola de Luxor: www.escoladeluxor.com.br

Siga-nos